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Sábado, 16 de Fevereiro de 2008

CANCRO DO COLO DO ÚTERO

 

Devo começar por pedir desculpa por tão prolongada ausência. Mas a época de exames foi longa e dura e só agora tive tempo para me dedicar a actualizar (finalmente!) este blog.

E pareceu-me boa ideia referir-me a este tema tão actual e de que toda a gente fala.

O cancro do colo do útero ou carcinoma cervical é o 2.º que mais afecta as mulheres, sendo particularmente comum entre as mais jovens. É, por isso, motivo de preocupação crescente e foco de muitas campanhas de prevenção. As mulheres entre os 35 e os 55 anos são consideradas um importante grupo de risco e, por isso, o principal alvo de muitas destas campanhas.

 

 

O cancro do colo do útero é causado pelo vírus do Papiloma Humano (HPV) sendo, por isso, as relações sexuais uma forma de transmissão. Apesar de cerca de 40% das pessoas sexualmente activas serem infectadas por diferentes variantes deste vírus, na maioria dos casos o sistema imunitário é capaz de combater de forma eficiente a infecção, sem que se manifestem sintomas e eliminando o vírus.

A maioria dos cancros uterinos atingem as células escamosas que revestam a porção exterior do colo interno do útero. Uma pequena percentagem pode afectar as células glandulares ou ambas. Este tipo de cancro dissemina-se rapidamente às várias partes do corpo, depois de alcançar os vasos sanguíneos que vascularizam o útero ou os linfáticos aqui presentes. Uma vez tendo sido criadas metástases, considera-se que o cancro é invasivo (maligno).

 

 

Entre os principais sintomas incluem-se as perdas entre as menstruações ou eventuais hemorragias após o acto sexual. Muitas vezes, a doença só se manifesta já num estágio avançado, o que traduz a importância de uma prevenção e diagnósticos precoces para assegurar um prognóstico mais favorável. A melhor prevenção é a realização do exame do papanicolau de forma regular, já que este permite detectar as fases inciais da doença (cerca de 90% de eficiência). O primeiro exame deve ser realizado quando a mulher inicia a sua actividade sexual ou aos 18 anos. Deve então ser realizado periodicamente de 2 em 2 ou de 3 em 3 anos.

Geralmente, quando encontrada alguma massa suspeita, é realizada uma biópsia para confirmação do diagnóstico.

Desde a infecção da pessoa pelo vírus, até aos estágios mais avançados decorrem geralmente vários anos.

Entre os factores que aumentam a probabilidade de desenvolver esta doença podem destacar-se um número elevado de gestações, o uso de contraceptivos orais, os hábitos tabágicos e a infecção por outras DST (doenças sexualmente transmissíveis).

Além disso, pensa-se que há uma relação entre a idade da primeira relação sexual e o número de parceiros e o risco de ser contagiado por este vírus. Quanto mais precoce essa idade e maior o número de parceiros, mais aumentada está a possibilidade de desenvolver este carcinoma.

 

 

O tratamento depende do estágio da invasão dos tecidos. Se estivermos numa situação de carcinoma in situ, ou seja, se este estiver restringido aos tecidos epiteliais, por vezes, basta apenas extrair parte do colo do útero. Quando a doença se encontra numa fase mais avançada (carcinoma invasivo), tendo já metastizado, é necessária uma histerectomia (remoção do útero), o que impossibilita a mulher de engravidar posteriormente. Este procedimento pode ser apenas parcial, total ou mesmo radical (além do útero são removidos outros anexos envolventes). A radioterapia também pode constituir uma opção terapêutica. Como consequência desta, os ovários perdem geralmente a função e podem surgir complicações na bexiga, recto e vagina. A quimioterapia é recorrente quando o cancro se propagou além da pélvis.

 

 

Numa altura em que tanto se fala da vacina do cancro do colo do útero é importante salvaguardar que a prevenção passa também pelo uso do preservativo e pelos exames de rastreio (para um diagnóstico precoce). A vacina é particularmente recomendada para as jovens entre os 9 e os 26 anos e vai fazer parte dos planos de vacinação.

publicado por Dreamfinder às 16:40

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Terça-feira, 1 de Maio de 2007

MAIO - MÊS DO CORAÇÃO

 

As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte das mulheres portuguesas, morrendo por ano mais 4 mil mulheres que homens devido às DCV. Apesar do destaque conferido a patologias como o cancro da mama, todos os anos morrem 9 vezes mais mulheres por DCV que por este tipo de cancro.

É assim importante, neste mês do coração, chamar a atenção para os factores de risco das DCV, como o tabagismo, a hipertensão, o colesterol elevado, a diabetes e a patologia cardiovascular, tal como para a importância da adopção de estilos de vida saudáveis e comportamentos preventivos.

A diabetes, por exemplo, uma “doença da civilização”, provocada na maioria dos casos pelo sedentarismo e pelos regimes alimentares incorrectos (ricos em calorias, gorduras e açúcares), aumenta entre 3 a 7 vezes o risco de se sofrer de DCV. A opção por um estilo de vida saudável, tanto a nível alimentar como no que respeita a prática de exercício físico, reduz em 50% o risco de desenvolver diabetes.

O diagnóstico da cardiopatia isquémica na mulher é mais difícil, já que os sintomas não são claros como no homem. Além disso, o próprio tratamento, quer médico, quer de intervenção ou cirúrgico, tem menos sucesso e o prognóstico é mais reservado.

Medidas terapêuticas como a angioplastia ou a cirurgia não curam, apenas restabelecem a circulação nos locais mais afectados.

Revelam-se assim fundamentais acções de saúde pública que tenham como objectivo sensibilizar a população, particularmente a feminina, para a vulnerabilidade às DCV e, assim, promover um estilo de vida saudável, visando a prevenção, através do controlo adequado dos factores de risco da aterosclerose, enfarte do miocárdio e AVC.

publicado por Dreamfinder às 23:15

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